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  • Anne Stegmann D'Antona

A Engenharia Clínica como ferramenta para segurança dos pacientes.

A crise provocada pelo novo Coronavírus não tem precedentes. O mundo nunca passou por nada como isso na sua história recente. Como uma voz em uníssono, profissionais de todas as áreas fazem o que estão ao alcance para acelerar a nossa volta à normalidade. Dentre os mais diversos segmentos, a Engenharia Clínica é um dos destaques no meio da pandemia. Mas como ela pode viabilizar a segurança dos pacientes?


Os profissionais formados nessa área têm a capacidade de ajudar no combate à doença através de planejamento, gestão, qualidade e segurança de equipamentos hospitalares. Dessa forma, são um auxílio essencial àqueles que estão na linha de frente contra a doença: os profissionais da saúde.


Quais são as funções da Engenharia Clínica?


A principal função desta área, em qualquer momento, não apenas em crises, é gerenciar e manter o parque tecnológico de unidades hospitalares. Assim, a Engenharia Clínica é responsável por aquisição, manutenção, calibração, conserto e descarte dos equipamentos médico-hospitalares.


Portanto, os profissionais da área são fundamentais na luta contra uma doença, afinal são eles que zelam pelo uso seguro e adequado de qualquer equipamento. Esse cuidado pode garantir segurança e um bom tratamento para milhares de pacientes.


A resposta correta e confiável de um equipamento à enfermidade de um paciente é possível graças ao trabalho de uma equipe de Engenharia Clínica. Além disso, eles também são capacitados para repensar a infraestrutura do local que receberá muitas vítimas. Um exemplo é transformar o que antes era uma ala de enfermaria em espaços de UTI.


Desse modo, os profissionais agem de acordo com as adequações necessárias de um espaço ou instrumento. O objetivo, sem dúvidas, é assistir às vítimas e evitar um colapso em hospitais e sistemas de saúde.


A Engenharia Clínica e a pandemia de Coronavírus


Nenhum país do mundo está preparado para receber essa enorme quantidade simultânea de pacientes em seus hospitais. Pode não haver leitos suficientes, ou até mesmo médicos e equipamentos. De fato, o rápido contágio do Covid-19 desequilibrou os sistemas de saúde, em um nível global e nunca visto anteriormente.


Como falamos anteriormente, o preparo de um parque tecnológico dentro de unidades hospitalares é uma das principais funções da Engenharia Clínica. Durante uma pandemia, um momento em que não temos muitas respostas e sim um trabalho exaustivo, é primordial que os aparelhos certos estejam operantes.


Ventiladores mecânicos, monitores multiparamétricos, bombas de infusão e outros equipamentos precisam da experiência e técnica de uma equipe capacitada para não porem em risco a saúde e a vida de nenhum paciente.


Mais do que nunca, os técnicos e engenheiros clínicos devem entrar em contato com profissionais da área, inclusive de outros países do mundo, para compartilhar informações preciosas sobre o que está dando certo, o que pode mudar e o que não fazer.


Neste momento acompanhamos diversas ações envolvendo Empresas de Engenharia Clínica, Montadores de Automóveis, Acadêmicos e Profissionais Liberais em esforços coletivos a fim de aumentar a disponibilidade dos equipamentos de suporte à vida nas unidades hospitalares, recursos críticos e escassos.


O combate ao Covid-19 é um dever de todos. Enxergamos o trabalho de quem atua na frente da luta, mas existe muito esforço oculto por trás e ele também está salvando vidas.


Deseja saber mais sobre o papel da Engenharia Clínica? Entre em contato conosco e agende uma reunião!




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