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Consultoria em Engenharia Clínica: como otimizar recursos e promover soluções em Gestão Hospitalar



O cenário atual é de alta competição e dinamicidade de negócios, seja qual for o segmento. Dessa forma, para qualquer gestor, estar atualizado acerca das transformações e tendências do mercado contribui diretamente para o aumento da produtividade, redução dos custos e, sobretudo, para consolidar a instituição dentro das suas metas estabelecidas.


No contexto da pandemia da Covid-19, não é incomum encontrar estabelecimentos de assistência à saúde (EAS) passando por um processo de dificuldades financeiras e de gestão, e diante disso a busca por alternativas que visam melhorar as condições de atendimento, promover a resolutividade dos serviços e, principalmente, utilizar ao máximo as potencialidades de recursos humanos, físicos e financeiros, vem sendo cada vez mais debatida entre os gestores.


É neste sentido que ganha relevância o trabalho executado pelas consultorias, tão solicitadas no mundo empresarial e sempre bem quista em momentos de crise.


As vantagens de contar com uma consultoria estratégica em Engenharia Clínica


Consultorias estratégicas, como as oferecidas pela EBEM/Tecsaúde, são capazes de trabalhar na verificação de rotinas e processos de um hospital, identificando eventuais gargalos e oportunidades de melhoria, considerando padrões internos e externos atrelados às boas práticas de mercado. Também possibilitam que todos os processos gerenciais e operacionais sejam devidamente auditados, com relatórios e planos de ações detalhados.


Quer entender melhor sobre como a consultoria pode ser a melhor solução e se está na hora de contratar uma? Continue a leitura!


Nós, da EBEM/Tecsaúde, trouxemos os 5 principais motivos que fazem os diretores de hospitais buscarem uma consultoria em Engenharia Clínica.


1 - DIMINUIR A TAXA DE EQUIPAMENTOS OCIOSOS


Por vezes, a falta de mão de obra especializada para o manuseio e manutenção de um tipo específico de equipamento, além da negligência com as instalações elétricas, contribuem para a precarização do serviço prestado, bem como o tempo de vida útil do parque tecnológico.


Os EAS, em especial as organizações hospitalares, não possuem instrumentos de apuração e sistematização dos custos de ociosidade, e, como consequência, o processo de tomada de decisão acaba sendo embasado em informações débeis, frágeis e sem estímulo ao conhecimento e aplicação dos conceitos de produtividade.


Em um cenário de recessão econômica, reduzir despesas tornou-se a principal preocupação de empresas, e isso também se aplica a estabelecimentos de saúde. Dado o contexto de pandemia, a ociosidade de alguns equipamentos tornou-se uma realidade, ao passo que a urgente necessidade de outras tecnologias cresce de forma vertiginosa, e, diante disso, a presença de um profissional especializado, orientando a gestão de equipamentos médicos, é indispensável.


2 - COMPRAR OU NÃO COMPRAR?


Realizar a incorporação tecnológica de forma correta para uma Instituição de saúde sempre é um desafio para a gestão hospitalar. O papel do consultor em Engenharia Clínica aqui é avaliar a real necessidade da instituição e elaborar, através de uma pesquisa de mercado e mediante diálogo com a equipe médica, a melhor alternativa para a instituição em termos de demanda de parque tecnológico. Dessa maneira, é feita uma análise de custo-benefício, de modo que o levantamento de necessidades determine a vantajosidade na aquisição de determinado equipamento.


Diante de um contexto de extrema cobrança e competitividade dentro da gestão hospitalar, a Engenharia Clínica visa contribuir com o direcionamento correto de recursos, o que impacta diretamente no faturamento e nos serviços prestados.


3 - PROMOVER A SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE DO SERVIÇO


Imagine utilizar em uma UTI um monitor multiparamétrico que esteja descalibrado? O médico que está acompanhando o paciente sempre parte do princípio de que o equipamento está funcionando normalmente, sendo responsabilidade da Engenharia Clínica acompanhar o plano de manutenção e calibração do seu parque tecnológico.

Sendo assim, garantir a confiabilidade no uso dos equipamentos médicos, bem como certificar que os profissionais que o manuseiam estejam capacitados, promove continuamente a garantia dos protocolos de segurança dentro da instituição de saúde, assim como a adequação aos processos de qualidade e acreditação hospitalar.


4 - AUMENTO DA DISPONIBILIDADE DE LEITOS


Sistemicamente, a preparação de um leito envolve higiene, recepção do paciente, internação, enfermagem e manutenção. O hospital que não faz o gerenciamento de leitos de maneira adequada perde grandes oportunidades de melhoramento de processos.


Diante da necessidade de reduzir o tempo de espera do paciente e melhorar a capacidade de rotatividade de leitos, nem sempre a decisão de construir mais leitos é a melhor alternativa do ponto de vista de direcionamento de recursos. Sendo assim, junto ao setor de Engenharia Clínica, acompanhar os índices de ocupação e suas métricas relacionadas é um fator determinante para tomada de decisão.


É importante ressaltar que o uso de softwares de governança clínica e ferramentas de gestão de tempo e acompanhamento da permanência dos pacientes fazem parte de uma gestão hospitalar eficaz e sustentável. Sendo assim, o controle de gerenciamento de tempo em todas as etapas é um fator relevante para levantamento de indicadores que refletem uma boa assistência médica da instituição, e estar atento a eles evita gargalos no fluxo de pacientes.


5 - INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÃO DO PARQUE TECNOLÓGICO


É válido pontuar que problemas de infraestrutura são um dos grandes causadores da parada de equipamentos. Dessa forma, todo equipamento novo que chega ao EAS deve passar por três etapas de inspeção: avaliação, aceitação e instalação. É importante se atentar à importância do processo de aquisição de equipamentos e seu recebimento técnico, uma vez que a instalação pode exigir diversos tipos de recursos de infraestrutura para pleno funcionamento do parque tecnológico, como hidráulicos, mecânicos, potências elétricas estáveis e/ou elevadas, dentre outros parâmetros.


Diante disso, é imprescindível que o responsável pela equipe de manutenção esteja a par de todas as exigências ambientais (umidificação, iluminação, etc.), de energia (estabilidade da rede elétrica, nível de tensão, etc.), além dos demais pré-requisitos necessários para instalação, ao passo que acompanha o desenvolvimento da infraestrutura predial necessária exigida para todo parque tecnológico já em operação.

É fundamental que os técnicos participem sempre de cursos de treinamento, principalmente quando novos equipamentos forem adquiridos. A falta de conhecimento pode gerar eventos adversos, e se torna essencial a elaboração do programa de treinamento para técnicos e operadores.


Haja vista a necessidade de se obter integralmente o controle de gastos hospitalares, o gestor de uma instituição de saúde deve ter em mente que acompanhar dados, métricas e indicadores que impactam diretamente no faturamento e prestação do serviço é uma prática essencial para tomada de decisão. Sendo assim, ficou claro que a parceria com um consultor estratégico em Engenharia Clínica, a partir do conhecimento do EAS, de sua infraestrutura e do parque de equipamentos instalados, visa a estabelecer um sistema de gerenciamento de serviços capaz de garantir a presteza e confiabilidade na execução.


E aí, se identificou com algum desses 5 sinais? Será que não é a hora de conversar com um consultor estratégico? Entre em contato agora e fale com um especialista!


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