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O Voluntariado e a Engenharia Clínica na Pandemia



Sabe-se que a pandemia do novo Coronavírus impactou o cotidiano da população mundial, já que todos precisaram se adaptar a esta nova realidade. Apesar disso, o trabalho voluntário e a Engenharia Clínica se tornaram ainda mais presentes e de forma relacionada.


No nosso último post do quadro #FlashbackFriday, vamos relembrar a live sobre “O Voluntariado e a Engenharia Clínica na Pandemia”, com Carolina Bastos e Leôncio Lima, ambos Gerentes Regionais de Operações do Grupo EBEM/TECSAÚDE. Confira a seguir!


Voluntariado na Pandemia


Segundo Carolina, a pandemia do COVID-19 trouxe duas novas perspectivas: a primeira em relação às necessidades básicas, tendo em vista que as pessoas em situações de vulnerabilidade se tornaram ainda mais susceptíveis ao risco gerado pela crise sanitária, enquanto que o segundo cenário estava relacionado ao aumento da solidariedade entre os seres humanos, como, por exemplo, o auxílio da população no aumento da produção de EPIs essenciais para atenuar as taxas de contaminação da doença.


Antes da pandemia, a Engenharia Clínica não era um setor muito conhecido dentre a população. Porém, com o aumento no número de casos da COVID-19, a área ganhou mais visibilidade por ter o papel fundamental de garantir que todo o parque tecnológico do hospital esteja funcionando corretamente.


A Importância do Voluntariado em Engenharia Clínica na Pandemia


Devido à situação crítica do momento, muitas ações voluntárias surgiram com o objetivo de auxiliar no combate ao Coronavírus. Uma das iniciativas foi a + Manutenção de Respiradores, rede voluntária criada pelo SENAI e diversas indústrias para realizar a manutenção de respiradores mecânicos que estavam em desuso, a fim de ajudar no tratamento de pacientes com a COVID-19.


Para Carolina, uma das voluntárias na + Manutenção de Respiradores, a ação foi muito importante para ajudar na batalha contra o COVID-19. Além da preocupação existente em relação à calibração e à segurança elétrica dos equipamentos hospitalares, as empresas envolvidas também buscaram garantir que todos os EMHs fossem transportados de maneira seguras para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Hospitais.


Como o Grupo EBEM/TECSAÚDE está presente em grande parte do território brasileiro, Carolina afirmou que a empresa se solidarizou para disponibilizar tempo aos seus colaboradores para que eles pudessem ir aos locais para realizar os serviços de calibração e manutenção, além de fornecer treinamentos e conceder procedimentos técnicos e padrões dos equipamentos.


Um dos exemplos foi a estruturação do setor de Engenharia Clínica na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), juntamente com algumas empresas locais e nacionais. Outros estados também receberam grandes apoios voluntários, como no Ceará, Distrito Federal, Goiás e Pará, afirmou Leôncio.


Para Leôncio, um dos grandes aprendizados obtidos pela experiência foi que sempre é possível fazermos mais por nós e pelos outros. Enquanto sociedade, temos o papel e a responsabilidade de sairmos da nossa zona de conforto e de olharmos para o próximo.

Para assistir a live na íntegra, acesse o link a seguir: https://www.instagram.com/tv/CB4CaJYHiro/?utm_source=ig_web_copy_link

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