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  • Anne Stegmann D'Antona

Os desafios na estruturação dos hospitais de campanha

Atualizado: Jun 15

Com o coronavírus (Sars-CoV-2) alterando drasticamente o cenário social do país, é natural que, por consequência, os hospitais fossem o primeiro a sentir o impacto da situação.


Com recursos limitados e, em alguns lugares do país, em situação mais precária, a saúde, agora, tornou-se prioridade; logo, a implementação dos hospitais de campanha passaram a constar no radar das estratégias mais viáveis para combater à pandemia. Entretanto, recursos e técnicas executadas por quem entende do assunto são essenciais para o êxito do projeto.


O que são os hospitais de campanha?


Com o objetivo de tratar de doentes de baixa complexidade (que não necessitam dos cuidados em UTIs), as estruturas provisórias montadas em centros comerciais, estádios, e outros locais abertos, estão sendo uma das várias medidas recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para conter a pandemia que se alastrou mundo afora, no começo do ano. Buscando impedir também o colapso dos sistemas de saúde, esses hospitais provisórios têm feito parte da paisagem urbana de vários países, inclusive o Brasil, que já conta com unidades instaladas em São Paulo, Rio de Janeiro, Boa Vista (Roraima), Fortaleza (Ceará), Recife (Pernambuco) e outros municípios. A quantidade de leitos varia pelo tamanho da estrutura. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a unidade do Pacaembu contou com 200 leitos disponibilizados inicialmente; já a do Anhembi, conta com cerca de 500.


Dificuldades de implementação


Os desafios que envolvem a gestão de uma estrutura como a desses hospitais exigem profissionais competentes e que tenham, preferencialmente, domínio sobre diferentes aspectos dos processos tanto administrativos quanto médicos. Portanto, há uma devida preocupação com relação às exigências sanitárias de funcionamento do local, que, se não seguidas à risca, podem contribuir consideravelmente para o agravamento da crise.


Em razão da rapidez com que a estrutura é construída, faz-se necessário um amplo planejamento, tencionando prever todos os tipos de contratempos que os hospitais tradicionais já possuem, além das especificidades que os tempos de crise exigem. Uma equipe de logística tem de entrar em ação para executar métodos que busquem a integração completa das equipes médicas atuantes, bem como garantir a disposição de todos os recursos de alto valor à área, desde medicamentos até todo o aparato técnico necessário, não apenas para o combate do vírus, mas também de problemas correlatos.


A melhor direção aponta para a observação de exemplos que deram certo em outros locais do mundo. Apesar das especificidades populacionais, é preciso atentar-se para o que foi feito, por exemplo, em países da Europa, como a Espanha, que buscou, através de critérios analíticos e científicos, medidas eficazes para atenuar todo o tipo de risco e impedir qualquer forma de imprevisto nestas instalações temporárias - que, neste caso, podem ser fatais.


Por isso, contar com uma empresa reconhecida, capaz de elaborar o projeto de equipamentos e gerenciar a manutenção em tempo recorde, pode fazer muito mais do que garantir a eficácia do empreendimento clínico. Pode salvar vidas! A EBEM está apoiando diversas iniciativas de ampliação de leitos em seus clientes públicos e privados, bem como teve uma experiência muito bem sucedida na instalação do Hospital de Campanha de Goiânia.


Atuando no mercado desde 2004, a EBEM tornou-se a maior empresa do ramo no país através de seus serviços, que vão desde disponibilização de equipes, responsáveis por equipamentos médicos, até consultoria e projetos para hospitais em construção. Agende uma reunião através do (81)3127-9150, ou pelo

site, e tenha a qualidade garantida e necessária para os tempos de crise, com quem já tem comprovada experiência no assunto.


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